Os ataques terroristos de 11 de Setembro de 2001, perpetrados pela organização Al-Qaeda contra os Estados Unidos, provocaram alterações profundas e duradouras em diversas áreas da sociedade global. O artigo refere que as consequências desses ataques se fizeram sentir na economia, nos sistemas de segurança, nos padrões de viagem e na forma como as pessoas passaram a desconfiar umas das outras.
O texto estabelece uma comparação entre dois momentos históricos portugueses: até 2001, a pergunta mais frequente para contextualizar experiências pessoais era "Onde é que estavas no 25 de Abril?" (referindo-se à Revolução dos Cravos de 1974). Após os ataques de 2001, essa questão passou a coexistir com outra: "Onde é que estavas no 11 de Setembro?".
O artigo indica que quem era adulto ou adolescente na época ainda se lembra com clareza dos detalhes desse dia, incluindo o local onde estava, a atividade que realizava, as pessoas com quem se encontrava e a reação que teve ao ver o fumo a sair da primeira torre. Esta memória coletiva demonstra o impacto emocional e psicológico significativo que os ataques tiveram na população mundial.
O texto refere ainda que os traumas decorrentes desses eventos ainda se verificam nos dias de hoje, sugerindo que as consequências dos ataques de 11 de Setembro continuam a influenciar a sociedade contemporânea, tanto ao nível das políticas de segurança internacional como na perceção individual e coletiva do risco terrorista.




