O antigo presidente dos bombeiros voluntários de Lourosa começou a ser julgado e optou por ficar em silêncio no início do julgamento, não respondendo às perguntas do tribunal.
O Ministério Público suspeita que o arguido tenha comprado um autotanque por 750 euros, declarando que o veículo seria destinado a abate. No entanto, o camión foi posteriormente utilizado para trabalhos de rega em empresas, o que levanta dúvidas sobre a verdadeira intenção da compra.
O julgamento está a decorrer e o arguido, que já não exerce funções na direção dos bombeiros, poderá enfrentar acusações relacionadas com a utilização indevida de fundos ou recursos da associação de bombeiros.
O caso foi parar aos tribunais após uma investigação que revelou as irregularidades na compra e utilização do veículo, que deveria ter sido abate e não utilizado para fins comerciais.




