O comentador José Eduardo Martins afirmou que a direita e o centro-direita começaram a reconhecer a necessidade de maior exigência no sistema educativo, referindo-se aos resultados do relatório PISA 2025. Nas suas palavras, questionou ironicamente quem continuava a seguir "o doce canto das sereias", sugerindo que essa não era a posição da AD nem do PSD.
O debate contou com a participação de Pedro Delgado Alves e decorreu no contexto da análise dos resultados do PISA, que revelaram um retrocesso nos indicadores de desempenho escolar. Martins utilizou esta linguagem metafórica para criticar aqueles que, na sua perspetiva, defendiam abordagens menos rigorosas na educação.
Além dos resultados escolares, a discussão abordou também a subida das taxas de juro do Banco Central Europeu e a forma como o Governo respondeu ao aumento do custo de vida. Estes três temas foram apresentados como pontos centrais do debate entre os comentadores.
José Eduardo Martins, membro do PSD, posicionou o seu partido como favorável a uma maior exigência no setor educativo, diferenciando esta posição da que atribuiu à AD e ao próprio PSD, num discurso que procurava distinguir linhas políticas dentro do espectro da direita portuguesa.
![José Eduardo Martins sobre PISA 2025: “A direita e o centro-direita começaram a abrir os olhos para a necessidade de exigência [escolar]. E quem continuava no doce canto das sereias? Não foi seguramente a AD nem o PSD”](https://images.impresa.pt/sicnot/2026-09-11-jose-eduardo-martins-1009.jpg-3b0d4d25/1.91x1/mw-1200?outputFormat=jpeg)



