Prepare a carteira: vai pagar no mínimo 16€ se chamar um táxi neste local a partir de outubroFoto de congerdesign no Pexels
NegóciosLisboa

Prepare a carteira: vai pagar no mínimo 16€ se chamar um táxi neste local a partir de outubro

Postal do Algarve11 de setembro de 2026 às 11:20

As viagens de táxi com partida do Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, vão passar a ter um preço mínimo de 16 euros a partir de 15 de outubro. A alteração prevê um modelo de preços fixos, apresentado como uma forma de proporcionar maior segurança aos passageiros que recorrem a este transporte. O acordo entre o município, associações do setor, representantes do turismo e a gestora aeroportuária será assinado na sexta-feira, 11 de setembro.

A justificação para esta medida prende-se com os problemas identificados no serviço prestado no aeroporto. O presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas, afirmou que "há mais de 30 anos que há problemas de insegurança e burlas no aeroporto". Em agosto, foi realizada uma inspeção em 100 viaturas, tendo sido encontradas infrações em 67 delas.

Participam no entendimento a Câmara Municipal de Lisboa, a Associação Nacional dos Transportes Rodoviários em Automóveis Ligeiros, a Federação Portuguesa do Táxi, a Associação do Turismo de Lisboa e a ANA, Aeroportos de Portugal. A medida announced diz respeito apenas aos táxis no aeroporto da capital.

Em paralelo, uma revisão do regime TVDE permite integrar táxis nesta atividade, desde que cumpram os requisitos aplicáveis e estejam inscritos junto de uma plataforma licenciada. Contudo, as associações de táxis apontam uma "vantagem concorrencial injustificada" e uma "desigualdade entre operadores", enquanto representantes dos TVDE contestam aspetos do regime transitório.

Notícias relacionadas

Negócios

Consumo nas férias de verão cresce 6% em Portugal

O consumo global em Portugal cresceu 6% no número de operações e 3% em valor durante os meses de julho e agosto de 2026, em comparação com o período homólogo de 2025, segundo dados da SIBS Analytics. O setor do Lazer foi o que registou maior crescimento, com um aumento de 20% nas transações e 7% no valor, seguido da Restauração. Uma em cada seis operações na Rede Multibanco foi realizada com cartões estrangeiros, e os principais mercados emissores foram França, Reino Unido e Espanha. O valor médio por transação situou-se nos 38 euros, e os turistas portugueses que viajaram para o estrangeiro preferiram Espanha como destino, concentrando 13% das transações.

Jornal Económico11/09/26, 14:13
Negócios

“Num euro de gasóleo, 60 cêntimos são impostos." Anarec acusa Governo de ganhar dinheiro com combustíveis

A Associação Nacional de Revendedores de Energia, Combustíveis e Estações de Serviço (ANAREC) voltou a acusar o Governo de obter lucros através da tributação dos combustíveis. O presidente da associação reiterou que em cada euro de gasóleo, 60 cêntimos correspondem a impostos, defendendo que o executivo deveria baixar a carga fiscal para aliviar os consumidores e o setor.

RTP Notícias11/09/26, 14:10
Negócios

Revendedores de combustível acusam Governo de “mentir” aos portugueses e exige mais fiscalização

O presidente da ANAREC, João Durão, acusou o Governo português de "mentir aos portugueses" e de lucrar com os combustíveis, exigindo maior fiscalização para travar o contrabando transfronteiriço entre Portugal e Espanha. Em Lanhelas, Caminha, Durão alertou que as empresas nacionais estão a perder competitividade devido à elevada carga fiscal, salientando que num euro de gasóleo 60 cêntimos são impostos, situação que não se verifica em Espanha. Defendeu que Portugal deveria aplicar uma tributação próxima da espanhola e considerou que o mecanismo de compensação do ISP através do IVA não é transparente. A diferença de preços nos combustíveis entre os dois lados da fronteira, separados por apenas seis quilómetros através da Ponte da Amizade, oscila entre os 30 e os 40 cêntimos.

Eco11/09/26, 14:06
Negócios

"Num euro de gasóleo, 60 cêntimos são impostos": revendedores acusam Governo de "mentir aos portugueses" e exigem descida da carga fiscal

A Associação Nacional de Revendedores de Combustíveis (ANAREC) criticou duramente o Governo português, acusando-o de "mentir aos portugueses" ao afirmar que os preços dos combustíveis refletem a realidade do mercado, quando, segundo a associação, 60 cêntimos de cada euro gasto em gasóleo correspondem a impostos. A organização alertou ainda para a perda de competitividade das empresas portuguesas face aos seus concorrentes europeus, exigindo uma redução significativa da carga fiscal sobre os combustíveis.

CNN Portugal11/09/26, 14:04