O artigo aborda a desorganização que caracteriza o regresso às aulas em Portugal. O autor argumenta que, ano após ano, este período é marcado por confusões e problemas logísticos que afectam alunos, pais e professores.
Segundo o texto, esta situação tem vindo a repetir-se de forma consistente, criando um padrão de mau funcionamento que parece já ser aceite como normal. No entanto, o articulista defende que não é aceitável que assim seja.
O autor destaca ainda que, para além dos transtornos práticos, existe uma dimensão pedagógica nesta desorganização. O regresso às aulas representa uma oportunidade de transmitir valores como a organização e a preparação, que são fundamentais na educação dos alunos.
Conclui-se que, independentemente das dificuldades logísticas que possam existir, é fundamental que as escolas e os responsáveis encontrem formas de garantir um início de ano lectivo mais estruturado e ordenado.




