A Unidade Local de Saúde (ULS) do Algarve esclareceu que nunca proibiu os seus trabalhadores de frequentarem o curso de Medicina da Universidade do Algarve, após o PS ter questionado a ministra da Saúde sobre alegadas restrições aos vínculos laborais. A ULS explicou que as declarações do seu presidente, Tiago Botelho, foram "indevidamente interpretadas e retiradas do respetivo contexto", salientando que não adotou qualquer deliberação nesse sentido. A instituição esclareceu que a frequência de um curso superior não é considerada acumulação de funções e que cumpre as disposições legais para trabalhadores-estudantes, embora considere que a exigência do curso médico é "dificilmente compatível" com o exercício simultâneo de atividade profissional regular.
Jornal do Algarve11/09/26, 10:15