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Aulas começam com falta de professores e sem telemóveis

Observador11 de setembro de 2026 às 07:48

As aulas do pré-escolar e do ensino básico iniciaram esta sexta-feira, dando início ao ano letivo para milhares de alunos. No entanto, o regresso às salas de aula ficou marcado por uma situação preocupante: existem ainda 2.700 horários de professores por preencher, o que significa que várias turmas poderão começar o ano sem docente atribuído.

Esta falta de professores afeta diretamente os alunos e as escolas, que terão de recorrer a soluções temporárias ou professores substitutos para colmatar as ausências. A situação reflete dificuldades persistentes na contratação de docentes para o setor público de educação.

Relativamente à disciplina e regulamento escolar, uma das novidades deste ano letivo prende-se com a proibição do uso de telemóveis nos recreios. Esta medida, que já era aplicada nos anos anteriores, foi agora alargada até ao 9.º ano, abrangendo assim um maior número de alunos do ensino básico.

A extensão desta proibição aos recreios visa promover maior interação social entre os estudantes durante os períodos de pausa e reduzir distrações. A medida aplica-se ao uso de smartphones durante os intervalos, não necessariamente durante as atividades letivas.

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