A plataforma de previsões Polymarket, embora proibida de operar no Brasil desde abril, ainda pode ser acessada por usuários brasileiros. Ontem à tarde, o Brasil chegou ao segundo lugar no ranking de temas em alta na plataforma, ficando atrás apenas de uma partida de futebol entre PSV e Sparta Rotterdam.
Uma negociação específica relacionada à eleição presidencial brasileira já movimentou US$ 147 milhões, o equivalente a cerca de R$ 750,8 milhões. Pela manhã, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparecia como favorito nessa negociação da plataforma, mas por volta das 18h o cenário se inverteu e o candidato Flávio Bolsonaro passou a liderar as apostas.
A Polymarket é uma das plataformas de mercados preditivos, que permitem aos usuários negociar contratos vinculados à ocorrência de eventos. O artigo ainda menciona que a Kalshi, plataforma rival também do setor de mercados preditivos, está sendo processada pelo estado de Nova York por operar o que é descrito como um "esquema de jogo ilegal". A Kalshi é cofundada por uma brasileira e manifestou interesse em chegar ao mercado brasileiro, prometendo diálogo com o governo após o veto a mercados preditivos.




