Uma empresa perde um engenheiro experiente para um concorrente. Com essa saída, a organização pode perder conhecimento técnico, informação sobre projetos em andamento, relações construídas com clientes ao longo do tempo e anos de investimento na preparação desse profissional.
A vontade de limitar essa perda de colaboradores é fácil de compreender do ponto de vista empresarial, dado que representa um investimento significativo que a empresa fez naquela pessoa.
Alguns meses depois, porém, a mesma empresa precisa de reforçar uma equipa e acaba por encontrar noutra organização alguém com a experiência certa para preencher essa necessidade.
O artigo sugere que a produtividade depende de fazer circular a experiência entre as pessoas, criando um ciclo em que as empresas tanto perdem como beneficiam deste fluxo de talento.




