A região fronteiriça entre a Galiza e o Minho pode estar a transformar-se num novo centro económico, mas Portugal corre o risco de ficar para trás. A Galiza está a investir significativamente na zona fronteiriça, enquanto o Minho português não está organizado para aproveitar esse investimento.
O problema identificado não é a falta de investimento galego, mas sim a incapacidade do lado português em tirar partido dessa dinâmica económica. As infraestruturas e políticas do Minho não estão alinhadas para receber e capitalizar os investimentos que estão a ser feitos do outro lado da fronteira.
Esta situação representa uma oportunidade perdida para Portugal, que poderia beneficiar enormemente da proximidade com um vizinho que está ativamente a desenvolver a sua zona fronteiriça. Sem uma organização adequada e estratégias coordenadas, o Minho arrisca-se a ser um espetador passivo de um desenvolvimento económico que acontece ao lado.




