José é um pai que está há um ano sem conviver com as suas filhas, período durante o qual enfrenta o fenómeno da alienação parental. O artigo coloca questões sobre a representação de um pai quando deixa de ter contacto com as filhas, explorando como esta imagem é afetada pela ausência forçada.
O testemunho de José procura responder a perguntas sobre a evolução das razões apresentadas pelas filhas para justificar o afastamento ao longo do tempo. Estas questões são centrais para compreender o impacto psicológico e emocional da separação prolongada entre pai e filhas.
O artigo aborda o fenómeno da alienação parental, que se refere ao processo pelo qual um progenitor é gradualmente afastado dos filhos, frequentemente através de manipulação ou influência do outro progenitor. José partilha a sua experiência pessoal sobre como este processo se manifestou na relação com as suas filhas.




