Portugal informou Bruxelas de que teria de submeter à Assembleia da República a dívida relativa a compras militares. O país obteve um megaempréstimo da Defesa que envolve montantes significativos para aquisição de equipamento militar.
Os partidos políticos não tinham conhecimento prévio desta operação financeira. Esta ausência de informação foi destacada como uma questão relevante no contexto político português.
O empréstimo destina-se a financiar necessidades de defesa e modernização das Forças Armadas, num contexto de reforço das capacidades militares nacionais.




