O Ministério Público pediu uma pena não inferior a cinco anos de prisão para o timoneiro do barco que naufragou em Troia, causando quatro mortos e um único sobrevivente. As alegações finais do julgamento decorreram recentemente, marcando a fase final do processo judicial.
O barco naufragou ao largo de Troia, uma zona costeira portuguesa. O acidente resultou em quatro vítimas mortais, tendo apenas uma pessoa sobrevivido ao naufrágio.
Durante o julgamento, surgiram versões opostas sobre as causas da tragédia. O Ministério Público considerou o timoneiro responsável e pediu uma pena de pelo menos cinco anos de prisão para o arguido.
Por outro lado, a defesa do timoneiro insistiu que o naufrágio resultou de um "golpe de mar imprevisível", procurando afastar a responsabilidade do seu cliente pelo acidente que provocou a morte de quatro pessoas.




