"Transportar pedaços de pessoas e levá-los para a morgue". A dor invisível do 11 de setembro
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"Transportar pedaços de pessoas e levá-los para a morgue". A dor invisível do 11 de setembro

Correio da Manhã10 de setembro de 2026 às 21:41

O artigo aborda a dor invisível e o trauma prolongado dos ataques de 11 de setembro de 2001, com foco na experiência de um bombeiro lusodescendente chamado David Simões. O título da matéria utiliza uma citação que descreve a tarefa traumática de transportar restos mortais de vítimas para a morgue, uma das funções realizadas por socorristas durante e após os ataques.

David Simões, o bombeiro de ascendência portuguesa mencionado na matéria, evita lembrar a tragédia. Esta evitação é apresentada como uma resposta comum entre os sobreviventes e testemunhas dos ataques, que desenvolveram mecanismos psicológicos para lidar com memórias dolorosas.

A matéria indica que médicos explicam os motivos pelos quais pessoas como Simões evitam rememorar eventos traumáticos. Especialistas em saúde mental reconhecem que o processamento de experiências extremas pode manifestar-se de formas variadas, incluindo a evitação deliberada de memórias associadas ao trauma.

O artigo sugere que a dor dos ataques de 11 de setembro persiste de forma invisível, afetando não apenas as vítimas diretas, mas também os profissionais de emergência que trabalharam nos escombros e enfrentaram situações extremas como a manipulação de restos mortais.

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