A indústria automóvel europeia enfrenta uma pressão crescente para rever as metas de emissões estabelecidas por Bruxelas, numa altura em que os construtores se aproximam do limiar de sanções financeiras milionárias.
A principal causa desta situação prende-se com o abrandamento significativo nas vendas de veículos 100% elétricos, que não têm cumprido as previsões iniciais dos fabricantes nem as metas ambiciosas da União Europeia para a transição energética.
A este fator soma-se a concorrência externa, que tem ganho quota de mercado no continente europeu e colocado os construtores tradicionais numa posição ainda mais vulnerável.
Como resultado, os fabricantes europeus estão a ser forçados a implementar cortes na produção e a desenvolver estratégias de sobrevivência para evitar as pesadas multas que ameaçam a sua viabilidade financeira.



