A Câmara Municipal de Lisboa aprovou no dia 9 de setembro um conjunto de investimentos no valor total de 26,5 milhões de euros. Este valor inclui 6,5 milhões de euros destinados à conservação de pavimentos pedonais e mobiliário urbano, 15 milhões para a renovação digital da cidade, e cerca de 5 milhões transferidos para a higiene urbana nas freguesias da capital.
Os investimentos foram anunciados pelo executivo municipal liderado por Carlos Moedas, actual presidente da CML. A reunião de câmara permitiu a aprovação formal destas verbas, que representam uma parte significativa do orçamento municipal para intervenções na cidade.
No entanto, os vereadores do Partido Socialista contestaram grande parte destas medidas. O PS emitiu um comunicado onde questionou as prioridades do executivo e manifestou insatisfação com as decisões aprovadas, demonstrando uma posição crítica em relação à actuação da maioria PSD/CDS-PP na câmara.
Para além da contestação às verbas aprovadas, os vereadores socialista lembraram ainda que Carlos Moedas ainda não apresentou as conclusões do inquérito ao acidente do Elevador da Glória. Esta exigência de "contas" por parte do PS surge como mais um ponto de discórdia entre a oposição e o executivo municipal.




