As escolas agrícolas da região enfrentam uma grave falta de funcionários. Uma das escolas abrangidas pelo problema conta com 175 alunos inscritos e uma área de 57 hectares, funcionando com múltiplas valências além das aulas regulares.
A instituição mantém uma exploração agrícola com ovinos, caprinos, bovinos, suínos e cavalos, bem como uma residência para alunos, um refeitório próprio, serviços de limpeza e higienização, e um lagar de azeite.
Segundo Marcelino Martins, diretor da instituição ouvido pela VTM, a falta de pessoal não deverá comprometer o início das aulas, mas poderá obrigar a escola a contratar serviços externos e a suspender algumas atividades.
A principal preocupação recai sobre a vigilância da residência dos alunos, que poderá necessitar de uma empresa externa para garantir o serviço, gerando custos adicionais para a instituição.




