Dois homens foram detidos por se terem feito passar por inspetores da Polícia Judiciária durante um assalto em Espinho. As autoridades conseguiram identificar e prender os suspeitos, que utilizavam uniformes e métodos que imitavam os de investigadores reais.
Um dos detidos ficou em prisão preventiva, uma medida mais severa aplicada quando existe risco de fuga, continuação da atividade criminosa ou perturbação da investigação.
O outro arguido ficou sujeito à medida de coação de obrigação de permanência na habitação, com recurso a vigilância eletrónica, o que permite monitorizar os seus movimentos enquanto aguarda julgamento.
O caso foi investigado pelas autoridades competentes, que tomaram as medidas cautelares necessárias para garantir o andamento do processo judicial.




