O partido Chega procedeu a alterações pontuais na sua proposta de inquérito parlamentar relativo a Luís Neves, respondendo assim a um despacho do presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco. As modificações incidiram sobre os fundamentos e o objeto do requerimento, que inicialmente tinham sido considerados insuficientes.
O despacho de Aguiar-Branco tinha alertado que rejeitaria admitir o requerimento caso o Chega não procedesse às alterações solicitadas. Esta decisão surge no contexto de um processo que envolve o juiz Luís Neves, cujo nome tem estado associado a recentes desenvolvimentos políticos.
Com as alterações agora apresentadas, o Chega manifestou a intenção de que o inquérito tenha início no dia 15. O partido liderado por André Ventura procura assim garantir que a proposta cumpre os requisitos formais necessários para avançar no parlamento.
O processo demonstra a tensão entre os partidos políticos e a mesa da Assembleia da República, com o órgão a exercer o seu papel de fiscalização sobre a admissibilidade dos requerimentos apresentados pelos grupos parlamentares.




