Maternidade no futebol feminino não pode ser "acto de coragem"
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Maternidade no futebol feminino não pode ser "acto de coragem"

dnoticias.pt10 de setembro de 2026 às 10:22

O Sindicato dos Jogadores Profissionais de Futebol defendeu que a maternidade no desporto de elite não pode ser considerada "um acto de coragem", alertando para a necessidade de mudanças no sistema que protejam as jogadoras que escolhem ser mães.

O presidente do SJPF, Joaquim Evangelista, afirmou que "ser mãe tem de deixar de ser um desafio ou acto de coragem" e que enquanto esta realidade se mantiver, o sistema precisa de melhorias para garantir melhores condições às atletas.

O Sindicato dos Jogadores Profissionais de Futebol continua a insistir na negociação de um Acordo Coletivo de Trabalho específico para o futebol feminino, cuja proposta ainda não conseguiu alcançar consenso entre as partes envolvidas.

O SJPF apresentou uma proposta em fevereiro, embora o artigo apareça cortado nesta parte, sugerindo que as negociações sobre os direitos das jogadoras no futebol feminino estão em curso há vários meses.

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