O Sindicato dos Jogadores Profissionais de Futebol defendeu que a maternidade no desporto de elite não pode ser considerada "um acto de coragem", alertando para a necessidade de mudanças no sistema que protejam as jogadoras que escolhem ser mães.
O presidente do SJPF, Joaquim Evangelista, afirmou que "ser mãe tem de deixar de ser um desafio ou acto de coragem" e que enquanto esta realidade se mantiver, o sistema precisa de melhorias para garantir melhores condições às atletas.
O Sindicato dos Jogadores Profissionais de Futebol continua a insistir na negociação de um Acordo Coletivo de Trabalho específico para o futebol feminino, cuja proposta ainda não conseguiu alcançar consenso entre as partes envolvidas.
O SJPF apresentou uma proposta em fevereiro, embora o artigo apareça cortado nesta parte, sugerindo que as negociações sobre os direitos das jogadoras no futebol feminino estão em curso há vários meses.



