Maternidade no futebol feminino não pode ser "ato de coragem", alerta sindicato
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Maternidade no futebol feminino não pode ser "ato de coragem", alerta sindicato

Correio da Manhã10 de setembro de 2026 às 10:12

O sindicato apresentou uma proposta com o objetivo de clarificar as relações laborais das jogadoras de futebol feminino e responder às necessidades específicas da modalidade. A iniciativa surge num contexto em que muitas jogadoras enfrentam dificuldades relacionadas com a maternidade no desporto profissional.

O sindicato alertou que a maternidade no futebol feminino não pode ser tratada como um "ato de coragem" por parte das jogadoras. Esta afirmação evidencia as barreiras e preconceitos que as mulheres que praticam esta modalidade ainda enfrentam quando decidem ser mães.

A proposta visa regulamentar e proteger os direitos das jogadoras que optam pela maternidade, garantindo condições laborais adequadas e segurança social. O documento procura estabelecer normas claras que permitam às atletas conciliar a carreira desportiva com a vida familiar.

Esta iniciativa do sindicato representa um passo importante para a valorização do futebol feminino e para a promoção da igualdade de género nesta modalidade. A proposta espera contribuir para um ambiente mais inclusivo e apoiante para todas as jogadoras.

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