Ao assumir lado na guerra do STF, Gilmar rebaixa papel de decanoFoto de Creative-Art-Violeta no Pexels
Política
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Coimbra

Ao assumir lado na guerra do STF, Gilmar rebaixa papel de decano

oglobo10 de setembro de 2026 às 08:30

A guerra interna no Supremo Tribunal Federal tem exposto uma crise de comando na Corte, com críticas à atuação do presidente Edson Fachin. A disputa fratricida entre os ministros tem revelado a ausência de uma liderança firme à frente do tribunal.

O decano do STF, Gilmar Mendes, surge como personagem central nesse conflito. Historicamente, o cargo de decano carrega um papel de mediador e conselheiro sênior, responsável por ajudar a manter a coesão e a tradição da Corte.

Contudo, a matéria aponta que Gilmar Mendes teria abandonado essa posição de neutralidade institucional. Em vez de trabalhar por uma solução que beneficiasse o STF como instituição, o decano teria escolhido um lado na batalha interna.

A situação coloca em xeque o papel tradicional do decano na Suprema Corte, cujo peso simbólico e influência histórica sempre foram vistos como elementos de equilíbrio nas crises internas do tribunal.

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