O país viveu um dia intenso, descrito como um "acelerador de imagens", que ao final trouxe uma ponta de esperança para a saída do tumulto vivido recentemente. O momento mais relevante foi marcado por uma série de decisões tomadas pelo ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal.
Fachin tomou decisões que distribuíram perdas e danos aos contendores, mas que tiveram o efeito de reestabelecer o papel da presidência da Suprema Corte. O ministro havia cometido um erro no dia anterior ao dar um prazo de 72 horas para que o ministro André Mendonça explicasse sua decisão de afastar o diretor-geral da Polícia Federal.
A decisão de Fachin foi interpretada como uma tentativa de restaurar a estabilidade institucional da Corte, num momento de tensão entre os poderes. O artigo conclui que o Brasil não dispunha daquele tempo que havia sido concedido a Mendonça, sinalizando a urgência do momento.




