Os tarefeiros que trabalham regularmente nos hospitais públicos portugueses estão a resistir à assinatura de contratos de trabalho. Um decreto-lei sobre a prestação de serviços obrigou os hospitais a contratarem estes profissionais num prazo de três meses.
O prazo para a regularização termina no dia 30. No entanto, os médicos tarefeiros estão a adiar a decisão de assinar os contratos, aguardando a publicação de uma portaria que defina os valores e condições.
A demora do Governo em definir os valores está a criar dificuldades aos hospitais, que precisam de garantir estes profissionais para manter os serviços de saúde a funcionar. Os tarefeiros são trabalhadores que prestam serviços occasionais às unidades de saúde.




