Ibon Berasategui, de 32 anos, vive na sua aldeia sobrevivendo com menos de 300 euros por mês. O jovem gasta aproximadamente 100 euros em aluguel e cerca de 110 euros em alimentação. Segundo as suas próprias palavras, o baixo rendimento não lhe permite comprar produtos como chocolatinas, bolos industrializados, bolachas e outros artigos semelhantes.
Cada vez mais pessoas estão a tomar a decisão de abandonar as grandes cidades para se instalarem em aldeias remotas, localizadas em zonas montanhosas. Este fenómeno representa uma mudança significativa nos padrões de residência e estilo de vida de parte da população.
A maioria destas pessoas que se estabelecem nestas aldeias vive de forma completamente autosuficiente, dependendo dos seus próprios recursos e da terra para sobreviver. No entanto, o artigo reconhece que esta modalidade de vida não é acessível ou viável para toda a gente.




