Nem este Evaristo tem “cá disto” nem esta Amália encantaFoto de PatoSan no Pexels
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Nem este Evaristo tem “cá disto” nem esta Amália encanta

Público10 de setembro de 2026 às 00:25

Nuno Pacheco escreveu uma opinião crítica sobre os sistemas designados como "inteligência artificial". O artigo sugere que para perceber os limites e problemas этих sistemas, basta testá-los com referências específicas como "Amália" e "Evaristo".

O autor argumenta que quando se fazem perguntas sobre estas figuras, revelam-se "delírios" escondidos sob a designação de inteligência artificial. O título do artigo indica que nem "este Evaristo" tem "cá disto" (expressão portuguesa que significa ter qualidade ou competência) e que "esta Amália" não encanta.

Amália provavelmente refere-se a Amália Rodrigues, a célebre fadista portuguesa, enquanto Evaristo parece ser outra figura de referência cultural portuguesa. O artigo é uma crítica à forma como a tecnologia é apresentada e comercializada.

Nuno Pacheco usa estes dois nomes como exemplo para demonstrar que os sistemas de inteligência artificial, quando testados com conhecimento cultural específico português, revelam falhas ou imprecisões significativas.

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