A coluna comenta uma suposta onda de "pureza moral" que se espalha por proximidade, comparando-a a uma contaminação. O fenômeno afeta inicialmente colegas de trabalho de uma pessoa considerada impura, depois os promotores de eventos, em seguida as marcas associadas e, finalmente, o próprio público espectador.
Jerry Seinfeld é mencionado como exemplo central dessa dinâmica. A lógica apresentada sugere que quem não se afasta de Seinfeld torna-se automaticamente suspeito de compartilhar algo condenável, criando uma pressão social para o afastamento público.
O texto parece criticar o que descreve como um mecanismo de isolamento progressivo, onde a proximidade com alguém marcado como indesejável basta para levantar suspeitas sobre a própria pessoa. Não são apresentados detalhes específicos sobre qual conduta de Seinfeld teria triggered essa reação.




