O conceito de "teatro da produtividade" tem sido utilizado para descrever uma realidade nas empresas onde muitos funcionários passam horas a parecer ocupados no trabalho. Este fenómeno inclui o envio de e-mails, o tratamento de notificações e a participação em reuniões, criando a ilusão de atividade produtiva constante.
A questão central levantada é quanto deste trabalho aparente representa efetivamente trabalho significativo. A revista Fast Company aborda diretamente esta questão, afirmando que o produtivo dia de trabalho de 8 horas "é um mito, e precisamos de deixar de acreditar nisto". Esta afirmação questiona a produção real após um dia inteiro de labor.
O artigo sugere que, apesar de os trabalhadores passarem 8 horas no local de trabalho, nem todo esse tempo resulta em produtividade genuína. A multiplicidade de interrupções e tarefas administrativas contribui para uma sensação de ocupação sem necessariamente refletir resultados concretos.




