Os números da educação em Portugal são maus, segundo os dados referidos no artigo. A OCDE é mencionada como referência comparativa, sugerindo que os resultados de Portugal são analisados no contexto internacional.
O artigo reconhece que os resultados podem ser negativos em toda a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico, mas questiona essa possibilidade ao afirmar que tal não é necessariamente verdade.
O ponto central do texto é que essa comparação internacional não pode servir de justificação para a degradação significativa que o ensino em Portugal sofreu. Esta deterioração é evidenciada pelos resultados apresentados.
O título "Década perdida" sugere que este período representa uma altura em que a educação portuguesa não progrediu ou até regrediu, com consequências visíveis nos dados analisados.




