O Partido Socialista manifestou-se contra os anúncios feitos pelo Primeiro-Ministro Luís Montenegro, considerando que as medidas apresentam um "bónus em mês de conveniência". João Torres, vice-presidente da bancada parlamentar do PS, foi a voz principal da oposição do partido a estas medidas governamentais.
O PSD, por sua vez, defendeu as medidas tomadas pelo Executivo, destacando a performance económica do país como justificação para as decisões. Os sociais-democratas explicaram por que razão Luís Montenegro tinha anteriormente declarado que não seria possível cortar impostos, sugerindo que a melhoria da situação económica permitiu alterar essa posição.
As medidas do Governo têm vindo a gerar debate entre os principais partidos, com o PS a criticar o timing e a natureza das decisões, enquanto o PSD procura justificar a ação governamental como resultado de uma evolução positiva da economia nacional.



