A ministra do Ambiente admitiu poder recorrer ao Parlamento para resolver a questão da barragem do Pisão, após uma decisão judicial relacionada com o projeto. A governante salientou que a decisão do tribunal não reflete a preocupação da população local relativamente a esta infraestrutura.
A ministra reconheceu, contudo, dificuldades na abordagem ao assunto, destacando a separação de poderes entre o sistema judicial e o poder executivo como um desafio significativo. Esta separação limita a capacidade de intervenção direta do governo em questões que dependem de decisões judiciais.
O artigo não especifica detalhes adicionais sobre a natureza da decisão judicial nem sobre o estado atual do projeto da barragem do Pisão.




