O Superior Tribunal Militar manteve, por unanimidade, a condenação de um ex-soldado do Exército e de uma despachante civil envolvidos em um esquema de fraude e propina no registro de armas de fogo em São Paulo. A decisão seguiu o voto do relator, ministro Carlos Augusto Amaral Oliveira.
O ex-soldado foi condenado a 4 anos, 5 meses e 10 dias de reclusão pelo crime de corrupção passiva. A despachante recebeu uma pena de 5 anos de prisão pelo crime de corrupção ativa.
O esquema envolvia irregularidades no registro de armas de fogo, com a participação de ambos os condenados. As condenações foram mantidas integralmente pelo tribunal militar.




