A Apple lançou a linha iPhone 18 Pro com aumentos de preços de até 18,9% em relação ao ano anterior, com modelos chegando a R$ 3,5 mil mais caros. No Brasil, os aparelhos Pro custam entre R$ 12 mil e R$ 21 mil, alta de até 13,8%, enquanto os modelos Pro Max variam entre R$ 13 mil e R$ 22 mil, com aumento de até 18,9%.
O fenômeno, chamado de "inflachip", é atribuído ao boom da inteligência artificial na indústria de eletrônicos de consumo. A alta demanda de data centers por chips de memória e armazenamento causou escassez dos componentes e empurrou para cima os índices globais de preços de smartphones, tablets, notebooks e outros aparelhos.
Em 2025, os modelos Pro tiveram reajuste mínimo de R$ 200, enquanto a linha Pro Max não teve mudanças no valor. Os lançamentos dos modelos padrão e Air devem ficar para o ano que vem, quando então haverá alterações nesses valores.
Os reajustes na nova geração de smartphones eram esperados. Em junho, a Apple já havia subido os preços de seus computadores e tablets, com aumentos entre 6% e 29% para os Macs e até 36% para outros dispositivos.




