Presidenciáveis de direita repercurtiram nesta quarta-feira os desdobramentos da crise no Supremo Tribunal Federal (STF), após o ministro Flávio Dino decidir suspender o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues. A medida havia sido determinada pelo colega de Corte André Mendonça no dia anterior.
Ronaldo Caiado (PSD) foi um dos que criticaram a decisão de Dino. Nas redes sociais, o político afirmou que ministros do STF já "passaram de todos os limites" e que a postura de Dino seria ainda mais grave. "Virou imperador do Brasil e implodiu a segurança jurídica. Ditadura da Toga, não!", escreveu Caiado.
Romeu Zema (Novo) também criticou a decisão de Dino e reiterou apoio a Mendonça. O governador de Minas Gerais manifestou indignação com o que chamou de "Brasil dos intocáveis", referindo-se ao retorno de Andrei Rodrigues ao cargo em meio à disputa entre os ministros da Corte.
A crise no STF envolve um conflito entre os ministros da Corte, com questionamentos sobre a competência de cada um para determinar medidas relacionadas à Polícia Federal, gerando preocupações sobre o funcionamento institucional e a independência dos poderes.




