Um investigador da Anthropic, empresa responsável pelo assistente de IA Claude, considerou que a evolução da inteligência artificial pode representar "mais de 10% de risco de extinção humana". Esta avaliação foi feita num contexto de debate crescente sobre os perigos associados ao desenvolvimento de sistemas de IA cada vez mais avançados.
Segundo o investigador, a inteligência artificial que existe atualmente representa um risco baixo para a humanidade. No entanto, as suas preocupações centram-se no futuro da tecnologia e no que poderá surgir com a continuação da evolução destes sistemas.
A posição da Anthropic insere-se num debate mais amplo na indústria tecnológica, onde várias empresas e investigadores têm expressado preocupações diferentes relativamente aos riscos da IA. Enquanto algumas vozes alertam para perigos existenciais, outras minimizam os riscos das tecnologias atuais.
O investigador enfatizou que o problema não reside no estado atual da tecnologia, mas nas direções que o desenvolvimento da IA poderá tomar no futuro, sugerindo que são necessárias medidas de segurança e regulação adequadas para mitigar potenciais riscos.




