A ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Rosário Palma Ramalho, defendeu que o suplemento extraordinário para pensionistas, com um custo entre 350 e 400 milhões de euros, não irá desequilibrar as contas públicas. A medida, que deverá seguir o modelo de 2025 com apoios diferenciados conforme escalões de pensão até três IAS, vai abranger cerca de 90% dos pensionistas e será processada com as pensões de dezembro. A governante esclareceu que o financiamento provém do orçamento geral do Estado e não da Segurança Social, justificando o atraso na implementação pelas dificuldades orçamentais decorrentes da guerra na Europa e da tempestade Kristin, descartando tratar-se de taticismo político e enquadrando a iniciativa no compromisso governamental de aumento dos rendimentos e proteção dos mais vulneráveis.
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Jornal Económico09/09/26, 19:06