A apresentadora de televisão egípcia Sarah Khalifa, de 39 anos, foi condenada à morte por enforcamento por envolvimento em um esquema de fabricação e tráfico de drogas sintéticas no Egito. O veredito foi anunciado no último sábado (5) por um tribunal criminal do Cairo. O caso ganhou repercussão internacional e desde então diversos detalhes estão sendo divulgados pela imprensa local.
Sarah Khalifa reagiu à sentença alegando problemas de saúde, incluindo um diagnóstico de câncer, e negando qualquer envolvimento com drogas. Segundo relatos da mídia egípcia e um vídeo que circula nas redes sociais, ela apresentou laudos médicos que comprovariam a existência de tumores e afirmou que não fuma nem mesmo cigarros.
Em sua defesa, Sarah pediu misericórdia e humanidade, jurando ser inocente. Ela questionou os motivos da acusação, sugerindo que poderia estar sendo julgada por sua lealdade ao povo egípcio. A apresentadora tentou provar através dos documentos médicos apresentados ao tribunal que não poderia estar envolvida em atividades relacionadas a drogas.




