Os preços dos combustíveis voltaram a subir, afectando o orçamento das famílias portuguesas. O consumidor verifica que, embora pague valores semelhantes aos de sempre ao abastecer, o depósito fica muito abaixo do habitual, ou seja, paga mais e recebe menos combustível. Esta situação representa uma pressão contínua sobre as famílias, que não se trata de um ajuste pontual mas sim de uma realidade recorrente. O impacto estende-se também ao preço dos bens essenciais e serviços, agravando ainda mais a situação financeira dos consumidores.
A DECO MADEIRA, associação de protecção ao consumidor, publicou um conjunto de estratégias práticas para ajudar os consumidores a reduzir o impacto financeiro destes aumentos. As recomendações passam por reduzir a dependência do automóvel, optando por transportes públicos, caminhadas ou bicicleta, e por partilhar boleias com colegas ou familiares. Adoptar hábitos de condução mais eficientes, como acelerações suaves, velocidades constantes e manutenção adequada dos pneus, também pode contribuir para uma redução significativa dos gastos.
Entre outras medidas sugeridas, destacam-se o planeamento das deslocações para evitar múltiplas viagens e evitar horas de ponta, bem como o recurso ao teletrabalho sempre que possível. A organização recomenda ainda a optimização do orçamento familiar, com a reavaliação das despesas mensais e a criação de um fundo de emergência para fazer face a custos inesperados. No médio prazo, famílias com alguma margem financeira podem avaliar a possibilidade de adquirir veículos híbridos, eléctricos ou adaptados a combustíveis alternativos, embora seja uma decisão que deve ser bem ponderada.
A DECO MADEIRA disponibiliza aos consumidores o número de telefone 968 800 489 ou 291 146 520, o endereço electrónico [email protected], e está presente nas redes sociais Facebook, BlueSky, Instagram, Linkedin e Youtube para fornecer mais informações sobre protecção financeira.




