A AIMA (Agência para a Integração, Migrações e Asilo) afirmou dispor de "mais de 20%" de trabalhadores face a 2024, numa resposta às críticas do Sindicato dos Técnicos de Migração. O conselho diretivo da agência tinha apresentado números que foram contestados pelo sindicato.
O Sindicato dos Técnicos de Migração havia criticado publicamente os dados avançados pelo conselho diretivo da AIMA, questionando a veracidade ou a interpretação dos números relativos aos recursos humanos da agência.
A agência respondeu às críticas do sindicato reiterando a informação de que conta atualmente com mais de 20% de trabalhadores em comparação com o ano anterior.
Esta troca de posições surge no contexto de debates sobre a capacidade operacional da AIMA, que gere os processos de migração e asilo em Portugal, num setor frequentemente apontado como enfrentando desafios de recursos humanos e de gestão de volumes significativos de pedidos.




