Portugal já reúne ciência, empresas e infraestruturas capazes de sustentar um ecossistema de tecnologia profunda competitivo. O país possui os elementos necessários para desenvolver este setor de forma significativa.
O principal desafio identificado no artigo é transformar este potencial em empresas de escala global. Além disso, é necessário assegurar que o valor criado por estas empresas permanece em Portugal, não sendo desviado para outros países ou mercados.
O artigo indica que, se estas condições forem cumpridas, Portugal pode criar dois ou três campeões mundiais de deep tech até 2030. Este seria um marco importante para o ecossistema tecnológico português.
No entanto, o artigo alerta para a existência de bloqueios estruturais que podem impedir ou dificultar a concretização deste objetivo. Estes obstáculos precisam de ser identificados e ultrapassados para que o potencial português nesta área possa ser plenamente realizado.



