Duas mulheres foram condenadas à prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional pela tortura e morte de Sam Nordquist, um homem transgênero de 24 anos. Precious Arzuaga, de 40 anos, e Jennifer Quijano, de 32 anos, foram sentenciadas nesta terça-feira pelos crimes cometidos contra Nordquist, que foi mantido em cativeiro durante semanas em um motel no interior do estado de Nova York.
Ambas já haviam se declarado culpadas por todas as acusações apresentadas contra elas, incluindo homicídio, sequestro, conspiração e ocultação de cadáver. As investigações revelaram que Nordquist sofreu torture durante o período em que ficou em cativeiro antes de morrer.
Arzuaga e Quijano fazem parte de um grupo de sete pessoas denunciadas em conexão com a morte de Nordquist, ocorrida em fevereiro de 2025. Precious Arzuaga foi apontada pelos promotores como a líder do grupo responsável pelo crime.
Outros dois réus já se declararam culpados e ainda aguardam a definição das penas. Os três restantes, entre eles Thomas Eaves, de 22 anos, filho de Arzuaga, devem ser julgados no próximo ano.




