Até agosto de 2024, foram criadas menos 3% de empresas em Portugal comparativamente ao período homólogo do ano anterior. Esta diminuição na criação de novas empresas representa uma quebra na dinâmica empresarial do país.
Em sentido contrário, as insolvências aumentaram 1,3% no mesmo período. O crescimento das insolvências indica que mais empresas enfrentam dificuldades financeiras que levam ao fecho.
Esta conjugação de menos empresas novas e mais encerramentos pode ter consequências diretas na criação e perda de emprego em Portugal. Quando menos empresas são criadas e mais encerram, fewer postos de trabalho são gerados e mais empregos são postos em risco.
O artigo destaca que, neste contexto, torna-se mais importante facilitar o contacto entre as empresas que procuram trabalhadores e os candidatos que procuram oportunidades de emprego, de modo a minimizar os impactos negativos no mercado de trabalho.




