ISEC e Águas de Coimbra reforçam cooperação entre ensino e sector empresarialFoto de dicasportugalblog no Pexels
NegóciosCoimbra

ISEC e Águas de Coimbra reforçam cooperação entre ensino e sector empresarial

Campeão das Províncias9 de setembro de 2026 às 10:45

O Instituto Superior de Engenharia de Coimbra e a Águas de Coimbra celebraram um protocolo de cooperação com o objetivo de reforçar a ligação entre o ensino superior, o sector empresarial e os desafios do desenvolvimento sustentável da região. A parceria foi formalizada pelo presidente do ISEC, Nuno Martins, e pelo presidente do conselho de administração da Águas de Coimbra, Pedro Geirinhas.

O protocolo assenta em quatro eixos principais: formação, integração dos estudantes no mercado de trabalho, consultadoria especializada e investigação e desenvolvimento. Entre as medidas previstas está a criação do Prémio Águas de Coimbra, destinado a distinguir o melhor aluno dos mestrados em Engenharia Civil e em Cidades Sustentáveis e Inteligentes do ISEC.

A cooperação prevê a realização de estágios curriculares de final de licenciatura, dissertações e estágios de mestrado nas diferentes áreas de atividade da empresa municipal, permitindo aos estudantes complementar a formação académica com experiência profissional. A Águas de Coimbra poderá ainda recorrer a consultadoria técnica especializada do ISEC em áreas científicas relevantes para responder a necessidades operacionais da empresa.

As duas instituições pretendem igualmente apresentar candidaturas conjuntas a projetos nacionais e internacionais de investigação e desenvolvimento, promovendo a criação e transferência de conhecimento e o desenvolvimento de soluções para o setor da água. O protocolo contempla ainda a participação de técnicos da Águas de Coimbra em aulas, palestras e seminários do ISEC, bem como colaboração na definição de perfis profissionais ajustados às futuras necessidades da empresa.

Notícias relacionadas

Negócios

Nuno Lima da Luz e Hélder Mourato reforçam equipa da EY Law

A EY Law reforçou a sua equipa com a contratação de Nuno Lima da Luz e Hélder Mourato como associate partners. Nuno Lima da Luz, proveniente da Cuatrecasas, vai coordenar a área de Digital Law e consolidar a prática de TMT, abrangendo proteção de dados, cibersegurança, Web3 e criptoativos. Hélder Mourato, que transitou da Morais Leitão, vai reforçar as equipas de M&A e Finance & Projects, com foco em operações de investimento, aquisição e financiamento nos setores da energia e das infraestruturas. O managing partner João Nóbrega sublinhou que estas contratações refletem a aposta da firma em profissionais experientes e especializados.

Eco09/09/26, 11:40
Negócios

Nem queijada, nem pão de ló: foi este doce tradicional português que ‘conquistou’ os asiáticos e vende mais de 30 mil unidades por dia

O artigo conta a história de como o pastel de nata português inspirou Andrew Stow, um farmacêutico britânico, a criar a sua própria versão em Macau em 1989, na Lord Stow's Bakery. A variante macaense combina a massa folhada portuguesa com um recheio inspirado no creme de ovos britânico, resultando num doce menos doce e sem canela. O sucesso foi tal que a marca expandiu-se para Hong Kong, Taiwan e Japão, vendendo atualmente entre 30 a 32 mil pastéis por dia apenas nas quatro lojas de Macau. O nome original português, "pôu tát", manteve a ligação à receita portuguesa e distingue a versão de Macau das tartes de ovo de Hong Kong.

Postal do Algarve09/09/26, 11:40
Negócios

Custo do financiamento de Portugal dispara para máximos em leilão de dívida de 1,6 mil milhões

Portugal viu o custo do financiamento público disparar para máximos em recentes leilões de dívida, com a Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP) a colocar 1.628 milhões de euros através de três emissões de Obrigações do Tesouro, registando uma subida generalizada dos juros em todas as maturidades — a nove anos os rendimentos subiram para 3,632%, a oito anos para 3,559% e a quatro anos para 3,122%. A tendência reflete um cenário global instável impulsionado pelo conflito no Médio Oriente, pela perspetiva de novas subidas das taxas de juro pelo BCE e pelo impacto da guerra na Ucrânia nos preços dos combustíveis e grãos, com a yield da dívida portuguesa a atingir o valor mais elevado desde abril de 2017. Analistas consideram que os riscos fiscais, a inflação persistente e as crescentes necessidades de financiamento continuarão a pressionar os prémios de risco, embora os spreads da periferia da Zona Euro devam manter-se estabilizados, em contraste com a vulnerabilidade evidenciada por França.

Jornal Económico09/09/26, 11:39
Negócios

Níveis de consumo das famílias portuguesas resistem ao choque da guerra no Irão na primeira metade do ano

Os níveis de consumo das famílias portuguesas têm resistido ao choque geopolítico e económico na primeira metade do ano, contrariando as previsões de abrandamento. Apesar da subida da inflação e da incerteza prolongada causada por conflitos internacionais, o indicador de consumo mantém-se resiliente, sugerindo uma maior capacidade de adaptação dos consumidores portugueses face ao cenário económico adverso.

Now09/09/26, 11:37