Há cinco anos, a esposa do auxiliar de produção Whillyan de Freitas Marin, de 34 anos, Thais de Araújo, de 28 anos, percebeu os primeiros sinais de uma doença neurodegenerativa no marido. Ela notou que ele por vezes esquecia detalhes da rotina de cuidados com o filho Noah, que era recém-nascido na época.
O quadro de Whillyan chegou a ser diagnosticado como esclerose múltipla, mas anos depois foi reavaliado como a doença de Creutzfeldt-Jakob. Essa é a mesma condição de saúde identificada por Lito Sousa, piloto de aeronaves e influenciador que relato vivir o avanço progressivo da doença no mês passado.
Assim como Lito, Whillyan e sua família passaram a buscar estudos de drogas experimentais fora do país que pudessem fazer frente ao problema de saúde, numa tentativa de contornar a falta de medicamentos reconhecidos para o tratamento da doença.
Apesar das tentativas com pesquisadores estrangeiros, nenhum dos dois conseguiu ser incluído nos estudos até o momento da publicação do artigo.
