A professora Sabrina Moehlecke, da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), declarou à Polícia Civil que não presenciou agressões físicas dentro da sala de aula durante a confusão que resultou no espancamento do estudante de História Diego Costa da Silva Araújo por outros alunos. O episódio ocorreu no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS), no Largo de São Francisco, no Centro do Rio.
Sabrina Moehlecke foi ouvida como testemunha em 31 de agosto, seis dias após o incidente, e seu depoimento foi anexado ao inquérito policial que investiga o caso. A versão da professora contradiz o relato feito anteriormente ao GLOBO por uma estudante de Ciências Sociais que também estava presente na sala de aula.
Segundo a aluna ouvida pelo jornal, Diego teria chegado ao IFCS sem a camiseta que supostamente continha apologia ao nazismo. O artigo menciona ainda que funcionários da faculdade foram ouvidos pela polícia após serem identificados por reconhecimento facial, e que outro caso paralelo está sendo investigado: o indiciamento de 13 pessoas pela morte do ciclista Cláudio Rafael em Copacabana.




