O artigo aborda uma tendência designada como "anti-antifeminismo versão wellness", que surge no contexto de movimentos que promovem o bem-estar pessoal. Esta corrente defende que a emancipação feminina terá enganado as mulheres, em vez de as libertar verdadeiramente. Os defensores desta perspetiva propõem que a verdadeira libertação das mulheres passa por elas devolverem o direito de voto aos maridos, revertendo assim conquistas históricas do movimento feminista. O texto surge como crítica a estas ideias, identificando-as como uma forma de retrocesso em relação aos direitos das mulheres.

Política
Ah, o antiantifeminismo versão 'wellness'
Expresso9 de setembro de 2026 às 07:14



