União Europeia investe em captura de carbono sob fogo por tecnologia não comprovadaFoto de AS_Photography no Pexels
Negócios
Европейский союз

União Europeia investe em captura de carbono sob fogo por tecnologia não comprovada

Euronews Portugal9 de setembro de 2026 às 06:12

A União Europeia está investindo em tecnologias de captura e armazenamento de carbono, uma iniciativa que tem enfrentado críticas significativas.

Estudos recentes concluíram que essa tecnologia é considerada "tecnologicamente incerta e de custo muito elevado".

A questão central do debate gira em torno da eficácia real dessas soluções para enfrentar as mudanças climáticas.

Notícias relacionadas

Ganha mais nos Certificados de Aforro ou no SP500? A reposta de Pedro Andersson
Negócios

Ganha mais nos Certificados de Aforro ou no SP500? A reposta de Pedro Andersson

Um casal português investiu 100 mil euros em Certificados de Aforro e, passados dois anos, o genro comparou os rendimentos obtidos com o que teriam ganho se o dinheiro tivesse sido aplicado no S&P 500, verificando uma diferença superior a 40 mil euros a favor do índice norte-americano. O artigo questiona, however, whether this comparison is fair, considering factors such as risk tolerance, currency considerations, tax treatment, and the fact that the couple prioritized capital preservation over higher returns, raising the question of whether earning less necessarily means making a bad financial decision.

SIC Notícias09/09/26, 07:01
Negócios

Agricultores pedem apoio de 200 milhões para combater crise da energia e fertilizantes

Os agricultores portugueses, representados pela Confederation dos Agricultores de Portugal (CAP), estão a pedir ao Governo um apoio financeiro entre 170 e 200 milhões de euros para fazer face à crise dos custos energéticos e dos fertilizantes. O aumento do preço do gasóleo agrícola desde março já representa um agravamento de custos de cerca de 60 milhões de euros, mas são os fertilizantes que geram maior preocupação, uma vez que a sua produção depende fortemente da energia. A CAP alerta que Spain terá disponibilizado cerca de 1.100 milhões de euros em apoios aos fertilizantes, enquanto Portugal atribuiu apenas 26 milhões, criando uma desvantagem competitiva significativa para os agricultores nacionais. O responsável da CAP, Luís Mira, critica que Portugal está a "assobiar para o lado" enquanto Spain prepara incentivos para desenvolver uma indústria nacional de fertilizantes. O Governo está a preparar um reforço do apoio ao gasóleo agrícola através de uma bonificação do seu custo, que poderá beneficiar agricultores e consumidores ao ajudar a conter a pressão sobre os preços dos produtos agrícolas.

Jornal Económico09/09/26, 07:00
Negócios

Tripulantes da easyJet no Porto dizem que “situação é insustentável”

Os tripulantes da easyJet no Porto alertam que a situação operacional na base é "insustentável" devido à falta de efectivos, ameaçando explorar novos caminhos, incluindo possivelmente uma nova greve, após já terem feito uma em Lisboa em 2024 que afectou 200 voos. O SNPVAC accuses a companhia de planear operações com o mínimo de staff possível e de calcular incorrectamente os números FTE, o que causa exaustão e baixas psicológicas entre os trabalhadores. A easyJet refuta as alegações e garante que cumpre integralmente a legislação laboral portuguesa.

Jornal Económico09/09/26, 07:00
Negócios

Salário mínimo em Portugal em 2026: saiba quanto é por mês, por ano e por hora

O salário mínimo nacional em Portugal continental aumentou 50 euros em janeiro de 2026, passando de 870 para 920 euros brutos mensais, conforme o Decreto-Lei n.º 139/2025. Com os subsídios de férias e de Natal incluídos, o valor anual chega aos 12.880 euros brutos (14 mensalidades). Após o desconto de 11% para a Segurança Social, o líquido mensal ronda os 818,80 euros, enquanto a taxa de retenção na fonte de IRS é de 0%. Para um horário de 40 horas semanais, o valor horário é de aproximadamente 5,31 euros brutos. Nas regiões autónomas, os valores são superiores: 966 euros nos Açores e 980 euros na Madeira, correspondendo a cerca de 5,57 e 5,65 euros por hora, respectivamente. Os trabalhadores a tempo parcial têm direito a remuneração proporcional ao seu horário.

Postal do Algarve09/09/26, 07:00