A Benfica SAD alcançou um resultado líquido positivo de 19,1 milhões de euros no exercício 2025/26, o segundo ano consecutivo com lucros, embora inferior aos 34,4 milhões registados na época anterior. O resultado operacional atingiu 32,4 milhões de euros e o resultado com direitos de atletas cresceu 1,4% para 47,4 milhões de euros.
Entre as fontes de receita, os rendimentos de 'matchday' atingiram um máximo histórico de 45,2 milhões de euros, mais 8,5% que no ano anterior, enquanto as receitas de televisão cresceram 5,7% para 55,7 milhões de euros, também um valor recorde. No entanto, os rendimentos operacionais sem direitos de atletas recuaram 7% para 214,4 milhões de euros, devido principalmente à performance na Liga dos Campeões e à não repetição dos rendimentos do Mundial de Clubes.
Do lado dos custos, os gastos operacionais sem direitos de atletas aumentaram 1,2% para 229,4 milhões de euros, embora a SAD tenha reduzido os gastos com pessoal e os 'royalties' da marca Benfica em conjunto 2,5 milhões de euros. A posição financeira melhorou, com a dívida líquida a cair 6,1% para 184,9 milhões de euros e o capital próprio a crescer 16,5% para 135,5 milhões de euros.
O presidente da SAD, Rui Costa, afirma que os resultados reforçam a convicção de que sustentabilidade financeira e ambição desportiva são dimensões indissociáveis do mesmo projeto, refletindo a continuidade da estratégia de crescimento sustentável e disciplina financeira do clube.




