O Primeiro-Ministro Luís Montenegro desmentiu o deputado do Chega, Rui Afonso, durante uma moção de censura apresentada pelo partido. A controvérsia centrou-se em declarações relativas à receita do Estado com o ISP, o Imposto Sobre Produtos Petrolíferos, nos primeiros seis meses do ano.
Montenegro alegou que o valor acumulado deste imposto no primeiro semestre diminuiu em comparação com o período homólogo do ano anterior, contradizendo as afirmações feitas por Rui Afonso. A moção de censura foi apresentada pelo Chega, partido que representa o diputado involvedo na disputa.
O artigo coloca em questão se a receita do ISP efectivamente decresceu no primeiro semestre, verificando a veracidade da alegação do Primeiro-Ministro. Esta situação insere-se no contexto de um debate político mais amplo sobre a gestão fiscal e as políticas do governo.



