Com a moção de censura já garantidamente derrotada, o primeiro-ministro Luís Montenegro afirmou que Luís Neves é um "excelente ministro". A posição de Montenegro surgiu após a votação que selou o destino da moção apresentada contra o titular da pasta da Administração Interna.
Apenas três partidos pediram claramente a demissão do ministro: o Chega, a Iniciativa Liberal e o Bloco de Esquerda. Estes partidos foram os únicos a assumir uma posição explícita contra a continuidade de Luís Neves no cargo.
Os restantes partidos, incluindo o Partido Socialista, adotaram uma abordagem diferente. Em vez de focarem diretamente no ministro, centram as suas críticas em André Ventura, líder do Chega, utilizando a moção de censura como instrumento político contra a figura do presidente do partido.




